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03/04/2014

Texto: Nostálgica assassina

Harry Potter :3

Tudo mudou, independentemente de eu querer ou não.
Só passaram dois dias mas parecem duas décadas, e as minha lágrimas continuam a cair.
Passo o dia à espera de uma notícia tua, algo que me encha o peito outrora cheio de alegria e agora, sem ti, vazio.
Passo o dia à espera e espero... o que faço de melhor é esperar.

22/02/2014

Texto: Se nós fossemos um filme...


Vê-lo sair é sentir um vazio, sentir medo que não volte para mim e sentir que esta será a última vez que o vejo.
E um dia será, mas não hoje, não agora...
Não quero ser forte, nem parecer, quero saber qual é a lógica de aparecer uma luz na nossa vida e depois ela ser empurrada para fora de nós... como se não fosse doer, como se houvesse alguma possibilidade de que eu fosse mais alguma vez conseguir viver, verdadeiramente, sem ele.

22/01/2014

Texto: A luz no final do túnel


Eu não era a sua luz. Mal podia dizer que chegava a ser algo na sua vida, imagina dizer que era aquela gloriosa e tão aguardada luz no final do túnel.
Mas a verdade, era que ele não deixava de ser a minha luz, indiscutivelmente do que ele podia dizer (ou não dizer).
Ele era e sempre será conhecido desse modo: a brilhante luz que me bate nos olhos, pela manhã.
"Porque?" perguntei eu.

01/01/2014

Texto: As minhas danças patéticas e os teus não-tão-sóbrios momentos

Feliz 2014 para todos! Espero que tenham um ano perfeito :3
Eu não vou falar em te perder. Chega de falar desse assunto!
Quando chegar Abril, eu ei de escrever sobre a minha tristeza, sobre a minha mágoa, a minha saudade, talvez até o meu desespero... mas até lá, eu quero falar do nosso amor.
Deus, o nosso amor!

02/09/2013

Texto: Um rebelde que não quer ser criminoso

Então algo de bom aconteceu. Algo de muito bom, na verdade.
Algo que nós não estava-mos à espera, nem pedi-mos para acontecer. Algo que poderia mudar a minha ideia deste verão, ou pelo menos, o final dele.
Não, não era amor. Eu sabia e ele também mas, nós continua-mos a tentar acender uma chama já apagada. Era inútil e doeu por muito tempo, mas então algo mudou.
Não com ele. Nada mudou entre mim e ele, e para além do mais, ele partiu, mas isso já era esperado.
Algo mudou dentro de mim.
Algo como, um tapa na cara ou, um sorriso de um estranho... algo que me dizia para aceitar as oportunidades, e que talvez, com sorte, algo de bom acabaria por vir dessas oportunidades. E veio.
Talvez, porque eu disse que sim ou talvez, porque ele disse que não, mas o que interessa é que algo de bom, realmente aconteceu.
E como eu disse, eu não estava à espera, nem pedi para acontecer, mas aconteceu.
Não me entendam mal, mas eu estava feliz com a minha vida pacata e monótona.
Eu era feliz assim, até porque nunca fui senhora de fugir das rotinas, mas fugi. E agora, não consigo voltar para onde estava a semana passada.
E nem sei, se isso é bom ou mau.
Não é amor, eu sei e ele também mas, a sensação é parecida. É uma alegria, é sentir que posso fazer tudo... é viver de verdade. 
É o sol na cara, às 2 horas da tarde. É as calças apertadas e o suor a descer pela testa, às 3 horas da tarde. É a procura por uma sombra, às 4 horas da tarde. É a descontracção, às 5 horas da tarde e é a nostalgia, às 6 horas da tarde, quando um "manda-me mensagem, quando chegares a casa" é a última coisa que oiço antes, de o ver sair de cena.
O último ato, a última cena, e a cortina fecha.
Mas aparentemente, ele é insaciável e quanto mais espero que ele se farte, com mais força ele vem.
E quando reparei, já estava. Eu já estava acostumada a ele.
Ficar em casa, deixara de ser normal para passar a ser tedioso.
Acreditar que o problema era meu, passara a ser "o problema na verdade, é dos outros".
E tudo por culpa, de um rebelde que não quer ser criminoso.
Ele fez-me acreditar que eu sou boa o suficiente, que não há nada de mau em mim, que alguém poderia facilmente apaixonar-se por alguém como eu... mas mais trágico ainda, ele tirou-me da minha bolha. Sugou-me cá para fora e agora, estou presa num mundo onde já tinha aprendido, que não valia a pena visitar.
E a culpa é dele. Ou minha, por me ter deixado levar, por ter dito "sim" de todas as vezes, que ele me quis sugar.
Ou a culpa já era minha muito antes, talvez até quando disse "sim", às oportunidades que me levaram a cruzar com o caminho de um rebelde.
Eu estava a adorar, até dar-lhe a impressão errada. E porra, não é amor. Eu sei mas, ele acredita que eu não sei.
Merda, merda, merda...
O teatro acabou, assim que a cortina fechou.
Era suposto, haver outra peça. Mas agora, não sei.
E não é amor. É aprender a viver, escrito por Uma Idiota Que Não Se Importa Com Criminosos.

09/03/2013

Texto: Carta para um ex-companheiro


Caro ex-companheiro de casa por 11 meses, 13 dias e, quase, 8 horas,
Deveriam de existir melhores maneiras de te dizer isto mas, como sempre, decidis-te viver livremente e desligas-te o único meio que tenho para comunicar contigo quando não estas no meu campo de visão.
Por vezes, pergunto-me o porque de teres comprado um telemóvel, se maior parte do tempo ele esta desligado.
Podes fugir mas eventualmente, eu sempre vou arranjar uma maneira de-te fazer chegar o meu desapontamento, ainda mais, sabendo que não gostas de ouvir a opinião dos outros quando é referida a ti... e odeias quando te criticam.
Por isso, vamos começar pelas coisas que não apreciei nos 11 meses de convívio, ok?
Primeiro, pára de dizer que não foste tu que pedis-te pizza quando o entregador está à nossa porta, com a pizza recém feita na mão e à espera do dinheiro dele para poder, finalmente, ir-se embora...
A sério, tens de parar com isso, deixou de ter piada o facto de não gostares da minha comida e de tentares engordar-me. Sempre, foste um terrível mentiroso, supera isso.
Segundo, eu sei que gostas de "coisas em grande", como nos filmes... aquelas saídas espectaculares ou seres o ultimo a dizer algo e fazeres com que toda a gente na sala fique a pensar no que tu disseste... mas, eu odeio isso.
É irritante, e desgastante ter uma discussão contigo Mark. E qual é o teu problema em manter as roupas no corpo? Sabes que odeio roupa espalhada pelo chão mas, continuas a achar que eu vou arruinar as tuas roupas todas... como, sempre achas.
Uma novidade? Eu, nem sempre, arruíno as coisas. As vezes, tu tratas disso por mim.
Como fizeste com a nossa, recente mas, verdadeira relação.
Ok, que não gostas da palavra relação mas, é por isso mesmo, que eu a refiro nesta carta.
Uma relação é construída na base da confiança, da honestidade e na quantidade de probabilidades que existem, das pessoas entenderem o seu parceiro.
E é nesta parte, que falhaste... tu nunca me entendes-te a mim ou aos meus livros preferidos mas...
Por isso, decidi referir nesta carta uma coisa, que a tua perspicaz ignorância nunca ouviu falar...
O Einstein, disse que: "Não entendeste realmente alguma coisa enquanto não a conseguires explicar à tua avó"
Será que és capaz de nos explicar a tua avó?
Depois de aguardar a tua resposta, que nunca chegou à minha caixa de correio, tenho-te a dizer que esta foi a terceira e ultima coisa em que não apreciei nos últimos 11 meses...
Com amor,
Lily

14/11/2012

Texto: ... fora fácil sorrir


Oie gente^^
Dado que a minha inspiração para a escrita, se foi... por enquanto. Eu decide partilhar com vocês, o meu primeiro amor.
Eu escrevi este texto há uns 3 meses, e até hoje só o tinha mostrado a uma pessoa.
Eu não sei o que me deu para postar aqui, mas cada vez mais sinto que posso demonstrar quem sou às pessoas que gostam do meu trabalho.
Então, vai começar a tag #CONHECENDOBLAIR 
P.S. Tive uma inspiração boba para esse texto, mas tudo aqui é verdade... até o fato de quase ter sido presa...